- Neo One, da "família iphone", tem tela sensível de 3,7 polegadas; preço sugerido é de R$ 600
O Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) confirmou nesta terça-feira (18) as informações divulgadas em comunicado pela Gradiente: a fabricante brasileira é detentora no país dos direitos da marca iphone para telefones celulares.
A companhia nacional pode, portanto, usar a marca iphone para esses produtos, desde que seja empregada exatamente como registrada: G Gradiente iphone (veja imagem abaixo). Ela pode dar o destaque visual que quiser a cada termo (enfatizando a palavra iphone, por exemplo). O pedido da marca foi feito em 2000, concedido em 2008 e vale até 2018.
A Apple, por sua vez, não pode usar um trecho da marca de outra empresa (caso da palavra iphone, que pertence à Gradiente) nessa mesma categoria -- ela tem o direito de "iphone" no país, mas em outras especificações de serviços (caso de jogos eletrônicos, artigos de papelaria e de vestuário).
Para telefones celulares, o termo popularizado pelo smartphone da Apple pertence, no Brasil, à Gradiente. Sim, é isso mesmo: segundo o Inpi, a empresa de Steve Jobs não pode chamar oficialmente seu telefone celular de iPhone no Brasil. Procurada pela reportagem, a assessoria de comunicação da Apple disse não ter nenhum comentário sobre o caso.
IG.
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